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A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA

 

Existe coisa melhor no mundo que chegar em casa e ter alguém te esperando?

Alguém preocupado com você, perguntando sobre o seu dia, suas dificuldades, suas perdas e suas vitórias?

Alguém sempre disposto, com um ombro amigo, pronto para te ouvir, te abraçar?

Sua família, pai, mãe, irmão, avô, avó, sobrinhos, filhos, netos. Sem dúvida essas pessoas são importantíssimas na sua vida por “N” razões diferentes. Mas podem ter certeza que todas são importantes para nós, sem exceção.

Engana-se aquele que se acha forte o suficiente para lutar contra seus problemas, matando um leão por dia nessa selva de pedras. E que selva! Dificuldades, sentimentalidades, angústias, medos, enfim, a vida nos traz problemas e/ou dificuldades, mesmo sendo bela!

Alguns perguntam:

“Existe vida após a morte”.

Eu pergunto:

“Existe vida sem stress?”

Difícil de responder, não é?

Pois é, mesmo sendo questões aparentemente sem respostas, tenho pra mim que a vida é um mister necessário de tudo isso, do contrário, teríamos um mundo Feliz, onde ninguém passaria fome, ficaria bravo, doente e o AMOR e a PAZ reinariam absolutas. Afinal, quem escolheria tristeza ao invés de felicidade? Ódio, ao invés de amor?

Mesmo sendo possível fazermos algumas escolhas para nortear nossas vidas, devemos nos lembrar que, quando você menos esperar, vai ter uma pedra no meio do teu caminho. De repente, seus amigos não são mais seus amigos, algumas pessoas que você ama se foram e, você tem sua FAMÍLIA para te ajudar.

A Família é mesmo um porto seguro. Quando você mais precisa, sempre estão solícitos em ajudá-lo.

A família não foi criada para recreação ou por engano; mas exerce uma influência decisiva na formação do indivíduo. Os ataques à família têm como um objetivo único: destruir o ser humano.

Temos visto muitos filmes, documentários, entrevistas que, de maneira direta ou indireta, tentam convencer à sociedade sobre a inutilidade da família. De maneira analógica, observemos uma casa, a fim de analisarmos a família.

As portas da casa são os pais, que permitem ou autorizam a entrada e saída de informações, pessoas para a intimidade ou convívio da família.

As janelas são os filhos, que podem ver o mundo externo constantemente, e comparando com a vida familiar, escolhem seguir o mundo externo ou os valores ensinados em casa.

As paredes são os valores e princípios estabelecidos pelos pais e, ensinados aos filhos; estes valores vão acompanhar os filhos por toda a vida; eles são as estruturas para a formação de um bom caráter no indivíduo.

O telhado é a cobertura divina que os pais buscam e através de seu exemplo, os filhos também procuram esta proteção para suas vidas.

O piso é a raiz que une a família em laços de amor, amizade, companheirismo, cumplicidade, solidariedade, a fim de que os indivíduos desta família possam compartilhar com outros indivíduos de outras famílias, num relacionamento profissional, social, afetivo, ao longo de suas vidas.

Por que então a família tem sido bombardeada pela mídia, onde se diz que o casamento é uma instituição falida e, que a família é uma prisão para o indivíduo moderno?

A cada situação alarmante que os noticiários anunciam, sobre mortes violentas, seqüestros, roubos, latrocínios, e toda sorte de agressão ao ser humano, entendemos que a raiz do problema está na falta da criação de laços e de proteção divina na família.

Uma família sem a proteção divina e sem a formação de valores e princípios éticos e morais, é uma família sem estrutura e sem firmeza que, ao passar por carestias e frustrações, os seus membros são presas fáceis para as perversões; os agentes destas perversões são as gangues, as quadrilhas formadas para agredirem e demolirem as famílias.

Quem forma estas quadrilhas são pessoas que não aprenderam os valores e princípios que regem uma sociedade; a sociedade é formada por famílias que se uniram por causa dos valores ensinados em sua intimidade e em seu desenvolvimento.

Quando as famílias são atingidas de maneira cruel, os sentimentos despertados são a mágoa, a revolta, a inveja, o ódio e a vingança. Estes sentimentos ao serem instalados e não tratados dão lugar a uma disposição mental de morte, de justiça própria entre os membros da sua família, bem como de outros membros de outras famílias.

É o ciclo vicioso que se forma.

O único objetivo é a exposição da família como equívoco da criação de Deus; é a vergonha do indivíduo que se convence de ser um erro de Deus. Quando Deus criou o homem, Ele disse: "isto é muito bom". Será que Deus se enganou ao criar o homem? Será que Deus é mentiroso? De quem é a responsabilidade?

Deus quer a vergonha do homem? Ele se alegra com a destruição da família? O que Deus lucra com a destruição da família?

O homem tem poder para construir ou destruir, ou é um instrumento usado para a glória ou para vergonha de si mesmo?

Deus para muitos não existe; se Ele não existe, o homem tem poder para se destruir?

O homem é tão sábio para entender a natureza e os seus mistérios? Ele pode controlar a força da natureza? A criação do homem é obra da natureza? Ou será da evolução dos animais? Se for obra da natureza, esta quer a responsabilidade da vergonha para si de ter criado um engano? E os animais, querem a responsabilidade de se evoluir num racional estúpido?

Me dizia um amigo que recentemente presenciou uma cena que modificou radicalmente sua vida. Foi num almoço com um empresário respeitado e bem mais velho do que ele.

O encontro foi na própria empresa, pois àquele empresário não tinha tempo para almoçar com a família em casa nem com os amigos num restaurante. Os amigos tinham de ir até ele.

Seus olhos estavam estranhos, achou até que viu uma lágrima no olho esquerdo. Bobagem pensou, homens não choram, especialmente na frente de outros.

Mas durante a sobremesa ele começou a chorar copiosamente. Este amigo ficou imaginando o que ele poderia ter dito de errado. Supôs que ele tivesse lembrado dos impostos pagos no dia, impostos que ele sabia que nunca seriam usados para o social.

"Minha filha vai se casar amanhã", disse sem jeito, "e só agora a ficha caiu. Agora percebo que mal a conheci. Conheço tudo sobre meu negócio, mal conheço minha própria filha. Dediquei todo o tempo a minha empresa e me esqueci de me dedicar à família."

Voltei para casa arrasado, dizia este amigo. Por meses se lembrou dessa cena patética e sonhava com ela. Prometeu a si mesmo e a sua esposa que nunca aceitaria seguir uma carreira assim.

Colocar a família em primeiro lugar não é uma proposição ética tão óbvia, trivial, nem tão aceita por aí. Basta entrar na internet e você encontrará milhares de artigos que lhe dirão para colocar em primeiro lugar os outros - a sociedade, os amigos, o dever, o trabalho, o cliente, raramente a família.

Normalmente, a grande discussão é como conciliar o conflito entre trabalho e família, e a saída salomônica é afirmar que dá para fazer ambos. Será?

O cinema americano vive mostrando o executivo atarefado que não consegue chegar a tempo à peça de teatro da filha ou ao campeonato mirim de seu filho. Ele se atrasou justamente porque tentou "conciliar" trabalho e família. Só que surgiu um imprevisto de última hora, e a cena termina com o pai contando uma mentira ou dando uma desculpa esfarrapada.

Se tivesse colocado a família em primeiro lugar, esse executivo teria chegado a tempo, teria levado pessoalmente a criança ao evento, teria dado a ela o suporte psicológico necessário nos momentos de angústia que antecedem um teatro ou um jogo.

A questão é justamente essa. Se você, como a grande maioria das pessoas, tem de "conciliar" família com amigos, trabalho, carreira ou política, é imprescindível determinar, muito antes das inevitáveis crises, quem você prioriza e coloca em primeiro lugar. Você não terá de tomar difíceis decisões de lealdade na última hora, pois a opção já terá sido previamente discutida e emocionalmente internalizada.

Colocar a família em primeiro lugar tem um custo com o qual nem todos podem arcar. Implica menos dinheiro, fama e projeção social. Muitos de seus amigos poderão ficar ricos, mais famosos que você e um dia olhá-lo com desdém. Nessas horas, o consolo é lembrar um velho ditado que define bem por que priorizar a família vale a pena:

"Nenhum sucesso na vida compensa um fracasso no lar".

Qual o verdadeiro "sucesso" de ter um filho drogado por falta de atenção, carinho e tempo para ouvi-lo no dia-a-dia? De que adianta fazer uma fortuna para ter de dividi-la pela metade num ruinoso divórcio e pagar pensão à ex-esposa para o resto da vida? De que adianta ser um executivo bem-sucedido e depois chorar na sobremesa porque não conheceu sequer a própria filha?

Portanto, não há dúvidas que a família é o bem mais precioso que podemos ter nesta vida.

 

Ir.’. M.’. I.’       . Décio Mansano Rosa – C.G.O. nº 207.650

Obreiro das AA.’.RR.’.LL.’.SS.’. Guardiões da Luz nº 3.038 e Obreiros da Pátria nº 2.900 – Jurisdicionadas ao G.’.O.’.B.’.-M.’.S.’. e Federadas ao G.’.O.’.B.’..

 

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